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Atividades da Campanha de Valorização resultam em calendário de reunião

Atividades da Campanha de Valorização resultam em calendário de reunião

29 de maio de 2013

Na rodada de negociação realizada ontem (28/05), em São Paulo, entre a Contraf-CUT e o Bradesco, representantes do banco apresentaram um calendário para aprofundar o debate acerca de três demandas que integram a pauta específica de reivindicações da Campanha Nacional de Valorização dos Funcionários. 

Trata-se da reabilitação profissional, do parcelamento do adiantamento de férias e do vale-cultura. Eles serão debatidos com o banco nos dias 6, 14 e 19 de junho, respectivamente. 

O PCS (Plano de Cargos e Salários) e a Auxílio-educação também foram ressaltados pelos dirigentes sindicais durante a reunião. A diretora da Contraf-CUT e coordenadora da COE (Comissão de Organização dos Empregados) do Bradesco, Elaine Cutis, destaca que o banco se propôs a aprofundar o debate. "Vamos formatar uma proposta que será apreciada na rodada de negociação, a ser realizada no mês de julho. Esperamos que o banco possa rever a sua postura e também ampliar o debate para que possamos avançar", enfatiza. 

"A campanha está nas ruas com muita garra e energia. A ideia é intensificar as atividades e assim conquistarmos o atendimento das reivindicações", defende Elaine. "Bancário não é lata. É gente como você, gente de verdade", diz o slogan.

"Precisamos continuar fazendo mobilizações em todo país, mostrando ao Bradesco que chegou a hora de valorizar de verdade os funcionários, que são os principais responsáveis pelos lucros astronômicos que vêm alcançando trimestre a trimestre", salienta a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT e funcionária do banco, Andrea Vasconcelos.

Para Joseph Sonego, diretor do Sindicato de Londrina e representante da Fetec-CUT/PR na COE Bradesco, está na hora do banco mudar sua visão sobre a relação com seu quadro. “Os bancários e bancárias já mostraram seu valor e precisam ser valorizados. O banco tem plenas condições de atender nossas reivindicações, muitas delas vêm sendo empurradas há vários anos, como é o caso do Auxílio-educação”, aponta Joseph.

Fonte: Contraf-CUT