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“O 1° de Maio precisa ser um marco na luta pelo ‘fora Bolsonaro’”, diz Sérgio Nobre

“O 1° de Maio precisa ser um marco na luta pelo ‘fora Bolsonaro’”, diz Sérgio Nobre

25 de abril de 2022

No Dia Internacional da Classe Trabalhadora, a CUT e demais Centrais Sindicais se unirão para levar luta pelo “fora Bolsonaro” às ruas. Ato principal será realizado no Pacaembu, em SP, a partir das 10h, com Daniela Mercury, Leci Brandão e outros artistas

No 1º de Maio deste ano, as Centrais CUT, Força Sindical, CTB, UGT, NCST, Intersindical - Central da Classe Trabalhadora, e a Pública se unirão para propor reflexão, luta e para reivindicar emprego decente e desenvolvimento sustentável com justiça social, entre outras pautas fundamentais para o País voltar ao rumo do crescimento.  

Nada disso é possível com Jair Bolsonaro (PL) no poder, com ele, “a Classe Trabalhadora não tem futuro”, diz o presidente nacional da CUT, Sérgio Nobre, que acrescenta: “Derrotar Bolsonaro e tudo o que ele representa é nossa grande tarefa”.

Para Sérgio Nobre, essa é prioridade no Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, que este ano volta a ser presencial, e em todos os outros dias do ano até 2 de outubro, quando os brasileiros irão às urnas escolher o próximo presidente da República. “O primeiro de maio precisa ser um marco na luta pelo fora Bolsonaro”, ressaltou.