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Live da Fenae nesta sexta (24) debate MPs que retiram direitos dos trabalhadores

Live da Fenae nesta sexta (24) debate MPs que retiram direitos dos trabalhadores

24 de abril de 2020

A Fenae fará nesta sexta-feira (24/04), às 18h30, uma live para discutir as consequências das MPs nos direitos da Classe Trabalhadora. O debate terá a participação do presidente da Federação, Jair Pedro Ferreira, do vice-presidente, Sérgio Takemoto, e de outros especialistas no assunto

As MPs (Medidas Provisórias) 905 e 936 e seus impactos na vida do trabalhador serão tema da transmissão ao vivo que a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal) realiza nesta sexta-feira (24/04), a partir das 18h30, no seu perfil do Facebook.

A diretoria da Fenae vai reunir especialistas no assunto para tirar dúvidas dos bancários e das bancárias sobre as consequências na jornada de trabalho, na remuneração e em outros direitos atingidos pelas medidas.

Participam da live o presidente da Federação, Jair Pedro Ferreira, o vice-presidente, Sérgio Takemoto, que também é secretário de Finanças da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), e o diretor Marcos Saraiva. Eles recebem o secretário Nacional de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, e o advogado José Eymard Loguercio, da LBS Advogados.

As MPs tiveram desfechos diferentes, mas continuam no radar da Fenae por serem extremamente nocivas aos direitos dos trabalhadores. A MP 905 (a “MP do Contrato Amarelo”) ampliava a reforma trabalhista, trazendo novas alterações para as relações entre empregadores e funcionários. A medida foi revogada poucas horas antes de perder a validade – uma manobra para permitir que o Governo edite o texto, disfarçado em uma nova MP.

Já a Medida Provisória 936, que permite a redução da jornada de trabalho, salários e a suspensão de contratos, está em vigor e pode ser aprovada pelo Congresso a qualquer momento. O Supremo Tribunal Federal decidiu, em votação realizada na semana passada (17/04), que os sindicatos não vão participar das negociações entre patrões e empregados.

Fonte: Contraf-CUT