SANTANDER

Protestos em Cornélio Procópio e Londrina denunciam a ‘fúria espanhola’

No protesto desta quinta-feira (24/09), a agência do Santander na Avenida Tiradentes teve o expediente retardado até às 11h00 No protesto desta quinta-feira (24/09), a agência do Santander na Avenida Tiradentes teve o expediente retardado até às 11h00
quinta-feira, 24/09/2020

Dirigentes do Sindicato de Londrina participaram da atividade do Sindicato de Cornélio Procópio no Dia de Luta dos Funcionários do Santander

Seguindo orientação da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), os Sindicatos de Cornélio Procópio e de Londrina realizaram na manhã desta quinta-feira (24/09) protestos no Santander denunciando a onda demissões em massa que o banco deflagrou no País.

Com faixas e cartazes foi denunciada a quebra de compromisso do banco espanhol com demissões sem justa causa de bancários e bancárias durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

O presidente do Sindicato de Londrina, Felipe Pacheco, conta que o Santander já desligou vários funcionários, terceirizou departamentos inteiros e está cortando a gratificação de função de quem ingressou com ações individuais requerendo direitos referentes à 7ª e 8ª horas.

“Essa conduta do banco está sendo chamada de ‘fúria espanhola’, porque só está ocorrendo no Brasil, justamente no País onde o grupo Santander tem a sua maior taxa de lucratividade. Não restam dúvidas de que é uma exploração sem limites dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros”, ressalta.

Segundo Felipe, as atividades deste Dia de Luta objetivam pressionar o banco a suspender as demissões e descomissionamentos, bem como abrir o diálogo com os Sindicatos para discutir essa política adotada no País.

Por Armando Duarte Jr.

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