Sindicato de Apucarana chama bancários para defesa dos bancos públicos

Com cartazes, faixas e som dirigentes do Sindicato de Apucarana destacaram a luta em defesa das estatais Com cartazes, faixas e som dirigentes do Sindicato de Apucarana destacaram a luta em defesa das estatais
quinta-feira, 05/07/2018

Atividade em frente à agência do Banco do Brasil em Apucarana neste Dia Nacional de Luta em Defesa das Empresas Públicas 

Neste Dia Nacional em Defesa das Empresas Públicas, a diretoria do Sindicato de Apucarana realizou manifestações em frente às duas principais agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal na base territorial da entidade para convocar funcionários, funcionárias e a população contra a política de desmonte patrocinada pelo governo Michel Temer (MDB).

De acordo com José Roberto Brasileiro, presidente do Sindicato de Apucarana, foi distribuído material com informações a respeito do papel dos bancos públicos para o País e conversado com os trabalhadores e trabalhadoras sobre as consequências sociais e trabalhistas  da privatização destas duas instituições financeiras federais.

“Enfatizamos que esta é uma luta de todos os brasileiros contra a entrega de seu patrimônio a especuladores nacionais e estrangeiros que pretendem se apoderar de nossas riquezas e ditar as normas no País, a exemplo do que fizeram com a reforma da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), que só privilegiou as empresas”, argumenta.

Brasileiro lembra que neste dia de mobilização diversas atividades alertaram à população sobre esse ataque de Temer ao patrimônio brasileiro, que inclui a privatização não só do BB e da Caixa, mais também da Eletrobras, Petrobras, Correios e várias outras empresas públicas.

“Depois que Temer passou a ocupar a Presidência do Brasil já aprovou o congelamento dos orçamentos públicos por 20 anos, entregou boa parte do Pré-sal a empresas estrangeiras, mudou a legislação trabalhista, quebrou a economia e agora está precarizando as estatais para justificar a privatização para satisfazer aos interesses dos grupos que apoiam seu governo. Precisamos dar um basta nessa política de retrocesso”, avalia.

Por Armando Duarte Jr.

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